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Austral

Como bloquear sites no Chrome — 4 formas

Atualizado em 7 de setembro de 2026

Existem quatro formas de bloquear um site no Chrome. Elas não são intercambiáveis: uma é reversível em dois cliques, outra pede senha de administrador, e uma delas nem sequer é do Chrome. Este guia mostra as quatro, com o custo de cada uma, para você escolher uma vez e parar de procurar.

Resumo, se você tem pressa

FormaOnde funcionaQuanto custa desfazerPara quem é
Extensãosó no Chromesegundosquase todo mundo
Arquivo hoststodos os navegadores da máquinaminutos, com senhaquem quer atrito real
Política empresarialtodos os perfis do Chromeminutos, com senhamáquina de trabalho ou de estudo
DNS filtradotodos os aparelhos da redeminutoscasa inteira, família

1. Extensão do Chrome

É a forma mais rápida e a única que entende o conceito de “sessão de foco” — 50 minutos agora, liberado depois.

O bom: instala em um clique, funciona por endereço ou por palavra, e você escolhe quando ligar. O ruim: você mesmo desliga quando quiser. Extensão nenhuma consegue impedir a própria desinstalação, e quem promete isso está mentindo.

Como fazer, em qualquer extensão de bloqueio:

  1. Instale a extensão pela Chrome Web Store.
  2. Adicione o endereço do site, sem https:// e sem www — o domínio basta (instagram.com cobre www.instagram.com e m.instagram.com).
  3. Ligue o bloqueio, ou inicie uma sessão de foco por tempo.
  4. Confira se ela funciona em aba anônima: o Chrome desliga extensões nesse modo por padrão. Para permitir, vá em chrome://extensions, abra os detalhes da extensão e ligue “Permitir no modo de navegação anônima”.

A pergunta que vale fazer antes de instalar: essa extensão manda seus endereços para algum servidor? A resposta muda quem sabe o que você acessa. Como verificar isso em trinta segundos está em como saber se uma extensão envia seus dados.

2. Arquivo hosts do sistema

O arquivo hosts manda o nome de um site para um endereço que não existe. Vale para todos os navegadores da máquina de uma vez, e desfazer exige senha de administrador — o que é exatamente o atrito que algumas pessoas querem.

No Windows, abra o Bloco de Notas como administrador e edite C:\Windows\System32\drivers\etc\hosts. No macOS ou Linux, rode sudo nano /etc/hosts. Em qualquer um dos dois, acrescente uma linha por site:

127.0.0.1 instagram.com
127.0.0.1 www.instagram.com

Depois limpe o cache de DNS: ipconfig /flushdns no Windows, sudo dscacheutil -flushcache no macOS.

Onde isso falha: o arquivo hosts não entende curinga. instagram.com e www.instagram.com são duas linhas, e um subdomínio novo passa direto. Ele também não tem horário: ou está lá, ou não está.

3. Política empresarial do Chrome

O Chrome tem uma política chamada URLBlocklist, feita para empresas e escolas, que bloqueia endereços em todos os perfis do navegador — e essa é a única forma que a própria Google documenta para bloquear sites no Chrome. A lista de políticas está na documentação oficial do Chrome Enterprise.

Ela aceita curinga, o que resolve o problema do arquivo hosts:

["instagram.com", "*.instagram.com"]

Aplicar exige mexer no registro do Windows ou em um arquivo de configuração no macOS, com senha de administrador. É a opção mais robusta e a menos confortável. Vale para uma máquina de estudo dedicada; é exagero para o notebook do dia a dia.

4. DNS filtrado

Você troca o servidor de DNS do roteador ou do computador por um que recusa categorias inteiras — adulto, apostas, redes sociais. Vale para todos os aparelhos ligados naquela rede, inclusive o celular.

O bom: cobre a casa toda e não depende de navegador. O ruim: não vale fora do Wi-Fi de casa, o bloqueio é por categoria e não por decisão sua, e a lista é de outra pessoa.

Qual escolher

Se o seu problema é abrir o Instagram sem perceber enquanto trabalha, a extensão resolve — e resolve com o formato certo, que é por sessão. Se o seu problema é que você desativa a extensão de propósito toda vez, o arquivo hosts ou a política do Chrome adicionam o atrito que falta. Se o problema é da casa inteira, é DNS.

A escolha errada é misturar as quatro e não confiar em nenhuma.

Onde o Austral entra

O Austral é a forma 1, com duas diferenças que dá para verificar:

  • Ele não faz nenhuma requisição de rede. Sem servidor, sem analytics, sem fonte externa. Você abre o painel de rede do Chrome e confere.
  • Sites ilimitados no plano grátis, para sempre. O bloqueador mais popular da categoria libera três — a comparação, com as fontes, está em Austral e BlockSite.

Ele bloqueia pelo endereço, não pelo conteúdo da página: não pede permissão de acesso a sites e não injeta código em página nenhuma.

E ele não impede você de desinstalar. Isso é o objetivo, não uma limitação: a ferramenta existe para ajudar sua intenção, não para prender você.

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O Austral bloqueia sem mandar nada para lugar nenhum

Sites ilimitados, sem conta, 86 KB. E nenhuma requisição de rede — dá para conferir no painel do Chrome em trinta segundos.